PRÉVIAS TÁTICAS – 1ª RODADA – CAMPEONATO BRASILEIRO

Por @RodrigoCout

Com o início do Campeonato Brasileiro, o projeto Footure lança uma nova seção: as prévias táticas do futebol brasileiro. Aqui fazemos um breve resumo de como as equipes vem atuando, projetamos o que pode acontecer no duelo e trazemos “campinhos” com as prováveis escalações. Confira!

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SÁBADO – 14/04 – 16H – CRUZEIRO x GRÊMIO – MINEIRÃO

Nada como um belo jogo para abrir o Brasileirão. Promessa de Mineirão lotado para acompanhar o duelo entre os campeões estaduais. As duas equipes tiveram a semana cheia de treinamentos e a tendência é Mano Menezes e Renato Gaúcho escalarem força máxima, mesmo tendo jogos importantes pela Taça Libertadores na próxima quarta-feira.

O Cruzeiro decepcionou em três ‘’jogos grandes’’ nesta temporada, mas se recuperou na finalíssima do Campeonato Mineiro e bateu o maior rival por 2×0. Mano colocou em campo um time mais solto e talentoso com Arrascaeta pelo lado esquerdo do 4-2-3-1. Rafinha está suspenso. Rafael Sobis ganhou chance na referência após as lesões de Fred e Raniel, e a má fase de Sassá. Thiago Neves sendo decisivo.

Apesar da qualidade técnica e de ser uma equipe perigosa em transições ofensivas, o Cruzeiro sente mais dificuldades quando o adversário recua as linhas de marcação e ‘’nega’’ espaços. O repertório de jogadas não é tão extenso quanto a qualidade da equipe induz, mas trata-se de um time extremamente competitivo. O sistema defensivo melhorou ainda mais com a entrada de Dedé, apesar do time Celeste já ter sofrido com a bola aérea na temporada.

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O Grêmio é o time brasileiro mais evoluído no aspecto coletivo-ofensivo. Sabe como nenhum outro neste momento criar os espaços, mesmo contra equipes mais fechadas. Roda bem a bola, sempre com muita aproximação e verticaliza as jogadas no momento certo. Maicon e Arthur como volantes controlam o ritmo das partidas. Apesar de não ter um elenco tão extenso em opções como o Cruzeiro, entra no Brasileirão como um dos favoritos. Defensivamente tem pontos a ajustar. Vem atuando no 4-2-3-1. Luan está fora em virtude de dores musculares. Cicero deve ser o substituto.

A tendência é de um jogo bem aberto e com leve propensão ao Grêmio para ter mais a posse de bola e controlar as ações. O Cruzeiro também tomará a iniciativa, mas é provável termos um time celeste apostando mais em transições.

SÁBADO – 14/04 – 19H – VITÓRIA x FLAMENGO – BARRADÃO

Dois clubes que começam o Campeonato Brasileiro bem pressionados. O Vitória foi vice para o Bahia no Estadual e não consegue ter um rendimento satisfatório em sequência. O Flamengo se planejou muito mal para a temporada. O elenco segue desequilibrado e Paulo César Carpegiani, que a princípio seria o coordenador técnico, assumiu a direção da equipe e, após um trabalho insuficiente, já foi demitido. O auxiliar técnico Mauricio Barbieri é o atual interino e pode ser efetivado após as negativas de Renato Gaúcho e Abel Braga.

O clube baiano tem atuado no 4-4-2, mas com a ausência de Neilton em virtude lesão, é provável que jogue no 4-2-3-1. Outro atleta que vem sendo titular e está no DM é o volante Fillipe Soutto. Em meio a dois confrontos decisivos contra o Internacional pela Copa do Brasil, Vagner Mancini pode poupar alguns jogadores, o que faz a qualidade técnica da equipe cair. O lateral-direito Jeferson, que veio da Ponte Preta, deve estrear. Já no ‘’Mais Querido’’ a tendência é a manutenção do 4-1-4-1, mas com Willian Arão como meia interior pelo lado direito. A substituição visa melhorar a transição defensiva da equipe, que vem sendo muito problemática. Não que o camisa 5 tenha um poder absurdo de marcação, mas contribui mais que Everton Ribeiro após a perda da bola. O meia deve ser titular em virtude da ausência de Everton. O ponta está em negociação com o São Paulo.

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No amistoso contra o Atlético/GO, primeiro jogo sob o comando de Mauricio Barbieri, a equipe da Gávea conseguiu ocupar melhor os espaços no campo de ataque, esteve mais bem distribuído, mas seguiu apático na movimentação, inseguro e sem confiança na parte técnica. Diego fez um grande segundo tempo, mas ainda está devendo. Lucas Paquetá caiu de rendimento e Henrique Dourado segue mal com a bola rolando, porém eficiente nas penalidades máximas. Pará na vaga de Rodinei dá mais segurança defensiva, mas o time perde amplitude pelo lado direito.

Algo que o Vitória tem feito bem é a marcação no campo do adversário, o que pode dificultar as coisas para o Flamengo caso repita a movimentação pobre com a bola. Em contrapartida o sistema defensivo baiano tem alguns problemas freqüentes e o time carioca pode aproveitar.

SÁBADO – 14/04 – 21H – SANTOS x CEARÁ – PACAEMBU

Um Santos que oscila bastante o rendimento no primeiro semestre, mas tem bons resultados na Libertadores, contra um Ceará que faz ótimo início de temporada em seu retorno à elite do Brasileirão. O Peixe pode repetir a escalação com quatro atacantes de ofício e muita velocidade após a retomada da bola. Jair Ventura vem tentando fazer um time que proponha o jogo, mas os melhores momentos da equipe são atuando em transição.

Neste formato, Rodrygo atua como uma espécie de segundo atacante, partindo de um posicionamento mais recuado com relação a Gabriel. Sasha e Arthur Gomes jogam pelos lados. É uma equipe que ataca de forma mais direta, com dificuldades para construir jogadas de forma elaborada. Já o sistema defensivo do alvinegro praiano vem funcionando de forma satisfatória.

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O Ceará é uma equipe que gosta da bola e constrói suas jogadas com bastante aproximação e ritmo cadenciado. O técnico Marcelo Chamusca, refeito depois do susto na final do Campeonato Cearense, quando passou mal à beira do campo, deve manter o 4-2-3-1. O grande destaque da equipe recentemente vem sendo o atacante Arthur. Com apenas 20 anos, deve ser uma das revelações do Campeonato Brasileiro. O volante Richardson está lesionado e não joga. Raul não renovou contrato e Naldo será o titular.

A partida promete ser interessante por dois aspectos. Em primeiro lugar pelo uso de força máxima das duas equipes, já que no meio de semana ambas não atuam por outras competições. E em segundo lugar pelo conflito de estilos. Um time que elabora mais as jogadas e outro mais vertical.

DOMINGO – 15/04 – 11H – AMÉRICA/MG x SPORT – INDEPENDÊNCIA

O primeiro jogo no horário de melhor média de público dos últimos Brasileirões coloca frente a frente duas equipes que buscam afirmação nesta Série A. O Coelho volta à elite depois de um ano ausente. E o Leão quer melhorar depois de um Campeonato Estadual decepcionante. Enderson Moreira comanda o América/MG pelo terceiro ano consecutivo e Nelsinho Baptista tenta fazer o Sport decolar em seu retorno ao futebol brasileiro.

O time de Belo Horizonte foi semifinalista do Campeonato Mineiro e varia entre o 4-1-4-1 e o 4-2-3-1. Há uma boa mescla entre jovens atletas emprestados por grandes clubes e outros experientes com diversos Brasileirões disputados. Sem dúvidas um elenco mais qualificado que o de 2016. A sequência no trabalho de Enderson parece fortalecer também a ideia de futebol do clube. Há mais condições de permanecer na Série A desta vez. O volante David, o lateral-esquerdo Giovanni e o goleiro João Ricardo devem ficar de fora por lesão.

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O clube de Recife tem um elenco menos recheado de estrelas em comparação com o dos últimos anos. O esquema base vem sendo o 4-2-3-1 e Gabriel, ex-Flamengo, vem jogando na meia-central. Nelsinho Baptista deve promover muitas mudanças na equipe em relação ao Pernambucano. Tem colocado jogadores recém-contratados ma equipe. Lesionado, o experiente Magrão dá lugar a Agenor na meta.

DOMINGO – 15/04 – 16H – CORINTHIANS x FLUMINENSE – ARENA CORINTHIANS

O atual campeão Corinthians recebe o Fluminense na tarde de domingo num confronto bem interessante pelo momento das equipes. O Timão vem de um bicampeonato paulista e encara a 1ª rodada do Nacional antes do importante jogo contra o Independiente, em Avellaneda, pela Libertadores da América. Até pela viagem curta é provável que Fabio Carille ponha em campo a força máxima. Já o Fluminense teve o melhor rendimento do Campeonato Carioca, mas acabou não sendo o campeão.

O time paulista tem duas formas de jogar. Uma delas o 4-2-3-1 com Emerson Sheik na referência móvel. E a outra um 4-4-2 com Rodriguinho e Jadson pela faixa central, mas sem dar tanta profundidade. Mateus Vital vive bom momento e deve ser titular neste jogo. O Timão segue se defendendo bem, não tanto quanto no ano passado, mas melhor do que a grande maioria dos times brasileiros. A circulação da bola é bem eficaz, mas ainda é preciso ajustes nos mecanismos ofensivos para criar mais oportunidades.

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O Tricolor das Laranjeiras vem jogando com três zagueiros e é uma equipe muito vertical e intensa. Tem como principal ferramenta a participação dos alas. Gilberto e Ayrton Lucas vivem grande fase. O ala direito busca mais as infiltrações em diagonal enquanto Marcos Jr dá amplitude pela direita. O ala esquerdo joga mais pelo corredor lateral, enquanto Sornoza varia para a faixa central e ajuda a construir as jogadas. Jadson também vem muito bem no meio-campo.

Defensivamente o Fluminense mantém a intensidade, mas a organização ainda não é a ideal. A equipe ainda se desorganiza no posicionamento contra adversários mais bem ajustados ofensivamente. Há momentos de confusão entre as perseguições aos oponentes ou a defesa do espaço de cada setor do campo.

DOMINGO – 15/04 – 16H – VASCO x ATLÉTICO/MG – SÃO JANUÁRIO

Vice-campeão carioca, o Vasco estréia no Brasileirão também de olho no importante jogo contra o Racing, no El Cilindro, na próxima quinta-feira, pela Libertadores. Como a viagem é curta, a tendência é pela força máxima dentro de São Januário. Também vice-campeão estadual, o Galo tem uma situação mais tranquila no meio de semana. Encara o Ferroviário, no Ceará, pela Copa do Brasil, mas goleou na ida. Thiago Larghi, assim como Zé Ricardo, mandará a campo o que tem de melhor.

O Cruzmaltino tem um time que oscila bastante, fruto das muitas perdas no elenco do ano passado pra cá e também das lesões de atletas importantes. Zé Ricardo praticamente vai remontando o time titular a cada 20 dias e isso dificulta a evolução como equipe. Apesar dos problemas, é possível enxergar padrões bem desenvolvidos no Gigante da Colina. É um time que sabe o que fazer com a bola e que tem encontrado alguns problemas para se defender. Parte por problemas coletivos, parte por falhas individuais.

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Até em cima disso, a exemplo do que acontecia no Flamengo, o treinador é questionado sobre as presenças de Paulão, Wellington no time titular. Werley joga na vaga de Erazo, que pertence ao Atlético/MG. A equipe se comporta no 4-4-2 em fase defensiva e geralmente no 4-1-4-1 em fase ofensiva. Pikachu vem se destacando pelo lado direito e Desábato como primeiro homem de meio. Já o Atlético/MG, que ainda não oficializou Larghi como técnico, segue em processo de evolução nas mãos do jovem treinador.

O Galo utiliza a variação do 4-1-4-1 para se defender e o 4-3-3 para atacar. Cazares vem se destacando ao lado de Elias na faixa central e Otero segue jogando muito bem. Luan ganhou espaço pela direita e Ricardo Oliveira vai aumentando a freqüência de gols a medida que o time vai encorpando. Inicialmente se comportando de forma mais reativa, o alvinegro vai demonstrando repertório ofensivo. Perdeu os últimos dois jogos, mas talvez seja um dos times com potencial de crescimento mais promissor deste Brasileiro. Leonardo Silva não atua. A tendência é de um bom jogo em São Januário. Equipes que têm buscado ficar com a bola e demonstram padrão coletivo para iludir o adversário.

DOMINGO – 15/04 – 16H – INTERNACIONAL x BAHIA – BEIRA-RIO

Depois de um ano no purgatório da Série B, o Internacional volta à Série A e encara o Bahia no seu primeiro desafio. O time de Odair Hellmann teve um desempenho oscilante até aqui em 2018 e busca o melhor encaixe para ter dias mais tranquilos. O Bahia começou muito mal o ano, mas vem subindo de rendimento e coroou o cenário com o título do Campeonato Baiano.

O grande dilema do Colorado na temporada parece ser a coerência entre as características dos jogadores e o estilo de jogo que a equipe tenta empregar. Há dificuldade nos atletas do elenco em um estilo de ataque mais ‘’posicional’’ e construção de jogadas a partir da aproximação e troca de passes curtos. O Inter funciona melhor em transições ofensivas. Como está no meio de um confronto decisivo pela Copa do Brasil, Odair Hellmann pode poupar alguns titulares. O esquema base vem sendo o 4-1-4-1.

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Já no Bahia a lógica se inverte. Jogou na Bolívia no meio de semana pela Copa Sulamericana e poupou cinco titulares da viagem, outros quatro ficaram no banco. O desfalque é o zagueiro Lucas Fonseca. A equipe ainda não alcançou o nível que apresentou sob o comando do próprio Guto Ferreira em 2017, mas vem crescendo e jogando no estilo do ‘’Gordiola’’. Uma equipe que se compacta bem e marca em bloco médio. Com a bola aposta num jogo mais direto e passes em profundidade.

O Tricolor bem jogando no 4-2-3-1 e Vinicius na meia-central é o destaque da equipe na temporada. Marco Antônio pelo lado esquerdo também vem bem. Edigar Junio voltou a ser escalado como referência ofensiva e se adapta melhor ao modelo de jogo de Guto Ferreira.

DOMINGO – 15/04 – 19H – ATLÉTICO/PR x CHAPECOENSE – ARENA DA BAIXADA

Na noite de domingo, outro jogo que promete ser bem movimentado e chama a atenção pelo contraste de estilos. Em meio a jogos decisivos de Copa Sulamericana e Copa do Brasil, o campeão paranaense Furacão pode poupar jogadores. Já a Chapecoense neste momento concentra suas forças apenas no Brasileirão após o vice no Catarinense.

Em seu primeiro desafio na Série A, Fernando Diniz monta o Atlético/PR no 3-4-3 e bem ao seu estilo. Posse de bola como premissa e jogo construído com aproximação desde a área defensiva. A equipe vem assimilando bem as idéias ofensivas e crescendo. Sem a bola falta um pouco mais de pressão após a perda da posse e agressividade na abordagem de marcação, o que deixa o time exposto em alguns jogos.

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Treinada por Gilson Kleina, a Chape mantém o estilo de muita intensidade, jogo direto e força defensiva para mais uma vez surpreender na Série A. Quando precisa propor o jogo, tomar a iniciativa de construir as jogadas de forma mais elaborada, acaba sofrendo, mas novamente tem uma equipe competitiva. Costuma atuar no 4-1-4-1 com três homens de forte marcação na faixa central.

SEGUNDA – 16/04 – 20H – BOTAFOGO x PALMEIRAS – NILTON SANTOS

Mais confiante após ganhar o seu 21º título estadual, o Botafogo tem um duro desafio na 1ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mesmo tendo perdido o título paulista para o Corinthians, o Palmeiras talvez tenha apresentado, ao lado do Grêmio, o melhor jogo coletivo do Brasil até o momento em 2018. Será um duelo aberto. Com duas equipes que jogam ofensivamente.

O Glorioso vem jogando no 4-1-4-1 para defender e no 4-3-3 para atacar. Com a lesão de Renatinho talvez volte ao 4-2-3-1 a partir da entrada de Marcos Vinicius. Matheus Fernandes deve ganhar a vaga de Marcelo no meio. A estratégia de jogo bolada por Alberto Valentim rompe totalmente com o estilo apresentado pelo Botafogo de janeiro de 2015 até dezembro de 2017. Não se trata mais de um time reativo. O alvinegro tenta tomar a iniciativa com a posse de bola, aproximação e a tentativa de triangulações pelos lados. Luiz Fernando é o jogador mais agudo do sistema ofensivo atualmente, mas está fora do jogo por lesão.

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Sem a bola, o time da Estrela Solitária tem muitos problemas. Após a entrada de Joel Carli recuou o seu bloco de marcação. Se posiciona bem, é quase sempre compacto, mas falta agressividade na abordagem de marcação. Muitas vezes ‘’marca com o olho’’. O mesmo problema é visto nas transições defensivas. A equipe demora muito a reagir após a perda da bola.

Já o Porco tem uma equipe que, mesmo ainda em processo de formação, já conseguiu ‘’avançar muitas casas’’. Ocupa bem o campo ofensivo e possui padrão bem executado para criar contra diferentes realidades. Talvez seja este o principal mérito de Roger neste início de trabalho no Palmeiras. O time não é refém de uma única forma de jogar O esquema base é o 4-2-3-1 e Roger escalará força máxima. Um aspecto muito bem ajustado no Verdão é a transição defensiva. A melhor do país neste momento. A pressão após a perda da bola é imediata e muito organizada.

SEGUNDA – 16/04 – 20H – SÃO PAULO x PARANÁ – MORUMBI

Comandado por Diego Aguirre, treinador que gosta bastante de variar formações e sistemas táticos, o São Paulo estréia no Campeonato Brasileiro também em meio a jogos decisivos de Copa Sulamericana e Copa do Brasil. Até por isso é bem difícil prever com que time o Tricolor Paulista será escalado. Já o Paraná pode concentrar suas forças no Brasileirão após uma campanha bem decepcionante no Estadual.

O treinador uruguaio tem tentando implementar suas idéias no time do Morumbi. Gosta de equipes bem compactas defensivamente e marcação por zona. Com a bola utiliza bastante os lados do campo e vai buscando o ajuste em cima de um elenco mal montado e desequilibrado. André Jardine, que foi técnico interino antes da chegada de Aguirre e segue como auxiliar, vem ajudando bastante no processo de adaptação. Além disso, alguns jogadores trazidos por ele seguem tendo oportunidades. Um deles é o ótimo meio-campista Liziero.

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Treinado por Rogério Micale, o Tricolor Paranista não esconde que a 16ª colocação é o ‘’título’’ da temporada. Há uma década sem disputar a elite do futebol brasileiro, o time da Vila Capanema vai se reforçando ao longo do ano e não conseguiu montar um elenco com nomes conhecidos do grande público. A aposta é unir jogadores buscando espaço, com um treinador que sabe utilizar os jovens e quer fazer um grande trabalho no futebol profissional. O time tem variado entre o 4-2-3-1 e o 4-4-2.

Comment List

  • Joaquim Henrique 14 / 04 / 2018 Responder

    Sensacional só isso

  • Joaquim Henrique 14 / 04 / 2018 Responder

    Tds rdds vai ser assim ou é só uma vez especialmente para o começo do brasileiro?

  • Glauber 14 / 04 / 2018 Responder

    Graças a Deus jornalismo esportivo de qualidade no Brasil. Obrigado!

  • Juan DIMITRIU 14 / 04 / 2018 Responder

    Sensacional o trabalho, ganhou um fã.
    Toda véspera de rodada estarei eu aqui, para acompanhar as análises.

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