NÚMEROS E CURIOSIDADES – SÉRIA A E SÉRIE C

Por Caio Bitencourt

Nesta 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, a equipe do Footure lança mais um resumo com números e estatísticas das 10 partidas que ocorrem no final de semana. Para os apostadores, dados que podem ser valiosas no momento de conseguir um green ou fugir de um red. Então, fiquem atentos e cheguem mais.

Lembrando que são apenas dicas a partir de estatísticas e números gerais dos jogos. Nenhuma delas é a certeza do que irá ocorrer. Jogue com moderação.


 

Vasco x Bahia — 11h — sábado

  • Vasco está invicto em São Januário no Campeonato Brasileiro em 2019.
  • O Bahia está invicto há 7 jogos no Campeonato Brasileiro.
  • O Bahia tem vantagem contra o Vasco nos confrontos diretos pelo Brasileirão: são 45 jogos com 16 triunfos do Tricolor da Boa Terra, contra 12 vascaínos, e 17 empates. 
  • Em 6 jogos em São Januário na era dos pontos corridos, ainda prevalesce a vantagem vascaína: 2 vitórias vascaínas, 3 empates e 1 do Bahia, embora tenha sido num memorável 4-0 do Bahia em 9 de setembro de 2012.
  • Contando a Copa do Brasil de 2018, o Vasco venceu seus 4 últimos jogos em casa diante do Bahia. 
  • Em 5 das últimas 6 partidas entre Vasco e Bahia houve 3 gols ou mais (mais de 2.5).
  • Em 5 das últimas 6 partidas do Vasco, houve menos de 3 gols (menos de 2.5).
  • Gilberto tem o mesmo número de gols (8 gols) que todos os 4 artilheiros do Vasco no campeonato somados (Leandro Castan, Yago Pikachu, Maxi López e Bruno César, 2 gols). 
  • Sempre que Gilberto marca ou dá assistência pra gol, o Bahia não perde no Brasileirão.
  • O Bahia não tomou gols em 5 das últimas 7 partidas.
  • O Vasco marcou a maior parte de seus gols nos 15 minutos finais de partida (5 gols), mas sofreu a maioria de seus gols no mesmo período de jogo (7 gols). 
  • Tanto Bahia quanto Vasco, marcaram a maior parte de seus gols no campeonato no segundo tempo das partidas, e tem números iguais: 10 gols cada. 
  • Média de gols do confronto (histórico): 2,33/partida. Média de gols do confronto (pontos corridos): 2,5 gols/partida.

Corinthians x Ceará — 11h — sábado

  • O Corinthians tem a maior série invicta do futebol brasileiro após o retorno da Copa América.
  • O Corinthians tem a defesa menos vazada do campeonato, com apenas 9 gols sofridos. 
  • O Corinthians só foi ao intervalo perdendo sua partida 1 vez no campeonato: contra o Fortaleza, no qual acabou vencendo por 3–1 fora de casa. 
  • O Corinthians não saiu atrás do marcador neste Brasileirão em uma partida em casa. Não sai atrás do marcador em casa no Brasileirão desde 5 de outubro de 2018 (0–3 contra Flamengo). 
  • Nos 12 últimos jogos do Corinthians em casa no Brasileirão, houve menos que 3 gols (menos de 2.5)
  • Nos 5 últimos jogos do Ceará fora de casa, houve menos que 3 gols (menos de 2.5)
  • O Ceará nunca venceu uma partida oficial na cidade de São Paulo válida pela Série A (contra Corinthians, Palmeiras, Portuguesa e São Paulo).
  • O Ceará é um dos piores visitantes do Brasileirão: assim como Cruzeiro, Fluminense, Internacional e Avaí, marcou apenas 4 pontos fora de casa no campeonato. 
  • Nos 8 jogos que teve jogando em casa, o Corinthians fez mais gols nos 15 minutos finais de partidas (3 gols).
  • O Ceará saiu atrás do marcador em 10 dos 17 jogos do campeonato. 
  • Fora de casa, o Ceará ainda não marcou primeiro em nenhuma das partidas.
  • Por outro lado, o Ceará tem uma virada fora de casa no campeonato: sobre o Avaí, por 2–1, na 6ª rodada. 
  • Na era dos pontos corridos, foram iguais o número de partidas com menos de 3 gols (menos de 2.5) e 3 gols ou mais (mais que 2.5): 3 de 6 jogos pelos pontos corridos.
  • Média de gols do confronto (histórico): 1,73/partida. Média de gols do confronto (pontos corridos): 2,33 gols/partida.

Avaí x Flamengo — 17h — sábado

  • Flamengo tem histórico relativamente positivo desde a reinauguração do Mané Garrincha em 2013: Desconsiderando os amistosos e partidas da Primeira Liga, foram 23 jogos, com 9 vitórias, 11 empates e 3 derrotas. 
  • A medida do Avaí de enviar o confronto pra Brasília pode ter custado caro: em 5 jogos entre as duas equipes disputadas na Ressacada, foram 3 vitórias avaianas e 2 empates, e nenhuma vitória rubro-negra.
  • Além disso, o Avaí nunca venceu o Flamengo fora de Santa Catarina: em 5 jogos no Rio de Janeiro, foram 2 vitórias do Flamengo e 3 empates. 
  • A única vitória do Flamengo no confronto fora de casa foi em abril de 1974, por 1–0, com gol de Zico, válida pelo Campeonato Brasileiro, mas no extinto Estádio Adolfo Konder, casa azurra até 1982. 
  • Em 10 confrontos na era dos pontos corridos, foram 5 empates entre Avaí e Flamengo, e destes, 3 com placar de 1–1. 
  • Na era Jorge Jesus, em todos os jogos o Flamengo saiu na frente do marcador e venceu.
  • 15 das 16 partidas do Flamengo tiveram no mínimo 1 gol marcado.
  • O Flamengo em 7 das 8 vezes que foi ao intervalo vencendo sua partida, acabou vencendo no final das contas. 
  • Sempre que o Flamengo foi ao intervalo perdendo, acabou por fim perdendo seu jogo (2 vezes).
  • O Flamengo tende a marcar seus gols entre os minutos 31 e 45 do primeiro tempo, período onde marcou 11 de seus gols no campeonato. 
  • Média de gols do confronto (histórico): 2,25/partida. Média de gols do confronto (pontos corridos): 2,1 gols/partida.

Fortaleza x Fluminense — 17h — sábado

  • O Fortaleza tem vantagem no confronto direto contra o Flu: foram 11 jogos, com 5 vitórias do Tricolor do Pici, 4 do time das Laranjeiras, e 2 empates. 
  • O Fortaleza venceu 2 dos 3 confrontos diante do Flu no Castelão na era dos pontos corridos. 
  • Na era dos pontos corridos, 4 dos 6 jogos tiveram 3 gols ou mais (mais que 2.5). Se reduzidos para 2 gols ou mais (mais que 1.5), todos os 6 jogos tiveram 2 gols ou mais. 
  • Dos 11 jogos no histórico, apenas 3 deles tiveram menos que 3 gols (abaixo de 2.5)
  • O Fortaleza é a equipe que mais sofreu gols nos primeiros 15 minutos de jogo no campeonato (7 gols).
  • O Fluminense sofreu mais seus gols nos últimos 15 minutos de jogo (75–90), sendo a segunda equipe a mais sofrer gols no período (8 gols).
  • O Fluminense é uma das 3 equipes que ainda não marcaram nos 15 minutos iniciais de partida, junto com Avaí e CSA. 
  • O Fluminense só saiu na frente do marcador em 4 jogos do campeonato, e neles, venceu 2 jogos, sofreu o empate em 1, e perdeu o outro, sendo este, no clássico contra o Vasco, a única vez em que saiu na frente fora de casa.
  • O Fortaleza, por sua vez, tem um retrospecto melhor quando sai na frente do marcador: foram 6 vezes em que saiu na frente, e 5 delas, terminaram em vitória do Leão cearense, só sofrendo a virada diante do Corinthians.
  • O Fortaleza tende a marcar seus gols entre os minutos 31 e 45 da primeira etapa, tendo marcado 6 gols no período.
  • Média de gols do confronto (histórico): 3,36/partida. Média de gols do confronto (pontos corridos): 4,16 gols/partida.

Internacional x São Paulo — 19h — sábado

  • Na década de 2010, o São Paulo venceu mais o Inter como visitante pelo Brasileiro do que propriamente no Morumbi. 3 vitórias (2011, 2013 em Caxias do Sul e 2014), contra apenas uma vitória no confronto no Morumbi (2015).
  • A recíproca chegou a ser válida para a década colorada: foram 2 vitórias no confronto no Morumbi (2013 e 2016), mas no Brasileiro do ano passado, foram igualadas o número de 2 vitórias como mandante sobre o Tricolor, ambas no Beira-Rio (2012 e 2018). 
  • Por outro lado, o São Paulo não vence o Internacional desde setembro de 2015, quando venceu por 2–0 pelo Brasileirão daquele ano. Desde então, foram 4 jogos, com 2 empates e 2 vitórias coloradas. 
  • Se entrar em campo, Guerrero é um histórico carrasco do São Paulo: em 16 jogos contra o Tricolor, marcou 7 gols por Corinthians e Flamengo. 
  • Internacional possivelmente irá com time reserva. Nos 8 duelos em que Odair Hellmann usou reservas no Brasileiro, o Inter teve 3 vitórias, 1 empates e 4 derrotas.
  • Com a vitória diante do Botafogo, o Inter passou a ter a segunda melhor campanha como mandante deste Brasileiro.
  • Se vencer, o São Paulo passará a ter a melhor campanha como visitante do campeonato. 
  • Internacional (12 gols) e São Paulo (13 gols) marcaram a maioria de seus gols no campeonato no segundo tempo das partidas. 
  • Internacional venceu 8 das últimas 10 partidas no Beira-Rio pelo Brasileirão.
  • São Paulo saiu sem perder 10 de suas últimas 11 partidas pelo Brasileirão. 
  • Em 6 dos últimos 7 jogos do São Paulo no Brasileirão fora de casa aconteceram menos que 3 gols (menos que 2.5).
  • Média de gols do confronto (histórico): 2,29/partida. Média de gols do confronto (pontos corridos): 2,26 gols/partida.

Goiás x Palmeiras — 21h — sábado

  • O Goiás vem de 3 vitórias consecutivas no confronto diante do Palmeiras. 
  • O Palmeiras está em uma sequência de 7 jogos sem vencer no Brasileirão.
  • Palmeiras só venceu o Goiás no Serra Dourada em 1 vez na era dos pontos corridos: vitória por 3–1 em 2006. 
  • Todas as 17 partidas do Palmeiras tiveram no mínimo 1 gol marcado.
  • Sempre que o Palmeiras foi ao intervalo vencendo, não perdeu sua partida.
  • Em 6 das 9 vezes que o Palmeiras foi ao intervalo vencendo sua partida, acabou vencendo-a, no final das contas. 
  • Quando Dudu marcou gols no Brasileiro, o Palmeiras não perdeu suas partidas. Por outro lado, só venceu apenas 1 dos 4 jogos no campeonato em que teve gol de seu principal atacante do elenco (2–1 sobre a Chapecoense).
  • O Palmeiras é o time do campeonato que mais foi ao intervalo vencendo suas partidas, com 9 vezes tendo vantagem no marcador ao fim dos 45 minutos iniciais.
  • Em 15 das 16 partidas que Michael marcou pelo Goiás, desde sua chegada no clube em 2017, vindo do Goianésia, houve vitória do esmeraldino.
  • Wesley Carvalho só tem uma partida de experiência como técnico do Palmeiras: vitória por 3–0 sobre o Paraná pelo Brasileirão de 2018. 
  • Se Fernando Prass jogar contra o Goiás, uma estatística positiva: com ele no gol, o Palmeiras não perdeu nenhuma partida em 2019. Foram 8 partidas e 7 vitórias alviverdes. 
  • Com Jailson, o Palmeiras também pode dizer o mesmo, embora a amostragem seja menor: foram 3 partidas, com 1 vitória palmeirense e 2 empates. 
  • A vantagem palmeirense era maciça nos confrontos em Goiânia até 1990. Até ali, foram 8 jogos e 5 vitórias do time do Palestra Itália contra 2 do Goiás, com mais 1 empate. Depois da vitória palmeirense pelo Brasileiro daquele ano por 2–0, foram mais 12 jogos, com 4 empates e 7 vitórias do Goiás, além da vitória palmeirense de 2006. 
  • Na era dos pontos corridos, a vantagem é esmeraldina: em 18 jogos, 9 vitórias do Goiás contra 7 do Palmeiras, além dos 2 empates. 
  • Média de gols do confronto (histórico): 2,80/partida. Média de gols do confronto (pontos corridos): 3 gols/partida.

Cruzeiro x Grêmio — 11h — domingo

  • Desde o bicampeonato brasileiro do Cruzeiro, em 4 jogos no Mineirão entre as duas equipes pelo Brasileiro, o Cruzeiro venceu apenas 1 deles, por 1–0 em 2016. Além deste, foram 2 empates e 1 vitória do Grêmio. 
  • Pelo Brasileiro, o Grêmio venceu apenas em 4 oportunidades em Belo Horizonte diante dos cruzeirenses: 3 dessas vitórias em 1982, 1998, e apenas em 2018 na era dos pontos corridos, quando o jogo foi no Mineirão. 
  • A vitória gremista no Independência foi conquistada em 2012, por 3–1, em 15 de julho de 2012. Foi a única em 3 confrontos entre Cruzeiro e Grêmio disputados no estádio, além dele, foram 2 vitórias cruzeirenses, uma pelo Brasileiro de 2002, e outra por um amistoso em 1960. 
  • No Independência, o Grêmio tem retrospecto quase neutro: foram 17 partidas, com 4 vitórias gremistas, 5 empates e 5 derrotas para Atlético, América ou Cruzeiro. 
  • Desde o retorno do Mineirão, em 2013, o Cruzeiro só atuou como mandante no Independência em 5 jogos, com 3 vitórias celestes, 1 empate e 1 derrota, neste Brasileiro, para a Chapecoense. 
  • O Cruzeiro é a equipe que menos fez gols no primeiro tempo no campeonato (5 gols). Porém, 2 desses gols foram feitos após a chegada de Rogério Ceni. 
  • O Grêmio só venceu uma partida fora de casa no campeonato: contra o Botafogo, na 9ª rodada, por 1–0. 
  • 16 dos últimos 18 jogos do Grêmio fora de casa tiveram menos que 3 gols (menos que 2.5).
  • Os últimos 5 jogos do Cruzeiro como mandante tiveram menos que 3 gols (menos que 2.5).
  • Na era dos pontos corridos, 22 dos 30 jogos entre Cruzeiro e Grêmio tiveram 2 gols ou mais (mais que 1.5).
  • Porém, nos últimos 5 jogos entre os dois nos pontos corridos, apenas 2 deles tiveram 2 gols ou mais (mais que 1.5).
  • Média de gols do confronto (histórico): 2,32/partida. Média de gols do confronto (pontos corridos): 2,53 gols/partida.

Santos x Athletico — 16h — domingo

  • O Athletico nunca venceu o Santos como visitante, seja na Vila Belmiro, seja no Pacaembu, ou seja em outros estádios no Brasileirão. Foram 23 jogos, com 19 vitórias santistas e só 4 empates atleticanos, por 1–1 em 1998 e 2004, e 2–2 em 1992 e 2002. 
  • Em suas últimas 4 partidas contra o Athletico em casa, o Santos não sofreu gols.
  • Santos venceu 4 dos últimos 5 jogos diante do Athletico pelo Brasileirão. Se considerados os da Libertadores 2017, são 6 dos últimos 7 jogos. 
  • Em suas últimas 3 partidas em casa, o Santos marcou 3 gols. 
  • Santos está invicto nas suas últimas 10 partidas em casa. 
  • O Santos é a segunda equipe que mais marcou gols (16 gols) no primeiro tempo das partidas do Brasileirão, atrás do Flamengo (17).
  • O Santos é a segunda equipe que menos sofreu gols (4 gols) no primeiro tempo de partidas do Brasileirão, atrás do Corinthians (3). 
  • Athletico possivelmente usará equipe reserva para a final da Copa do Brasil.
  • Athletico venceu 2 dos últimos 4 jogos fora de casa no Brasileirão. 
  • O Athletico tem uma relação de “meu bem, meu mal” com os 15 minutos finais de partida: marcou 8 gols, sendo o período onde o time mais marcou gols nos jogos do Brasileiro. Mas também sofreu 8 gols, sendo o período onde o time mais sofreu gols no campeonato. 
  • Média de gols do confronto (histórico): 2,62/partida. Média de gols do confronto (pontos corridos): 2,53 gols/partida.

Botafogo x Atlético-MG — 16h — domingo

  • Desde o primeiro retorno botafoguense a Série A, em 2004, o Botafogo tem vantagem nos confrontos pelos pontos corridos, com 11 vitórias contra 8 atleticanas e 7 empates. Vantagem conquistada nos anos 2000 em um período, por exemplo, onde o Galo só venceu 1 vez o Botafogo.
  • Por outro lado, já na década de 2010, a situação se inverte: o Botafogo só venceu 3 vezes o Galo, contra 7 vitórias atleticanas no período, e 4 empates. O Fogão não vence um duelo contra o Atlético-MG desde 2016, quando venceu por 3–2. Curiosamente, apenas uma dessas 3 vitórias foi no Estádio Nilton Santos (2011, 3–1 Botafogo). 
  • Nas últimas 5 partidas diante do Botafogo, o Atlético-MG saiu de campo sem sofrer gols. 
  • O Atlético-MG não marcou gol nos últimos 3 jogos fora de casa pelo Brasileirão.
  • O Atlético-MG vem de 3 derrotas consecutivas pelo Brasileirão. Destas, as 3 foram por um gol de diferença. 
  • Em 6 dos últimos 7 jogos do Botafogo em casa, houve menos que 3 gols (menos que 2.5).
  • 21 dos 26 jogos entre Botafogo e Atlético-MG na era dos pontos corridos tiveram no mínimo 2 gols (acima de 1.5). 
  • Nas 3 últimas partidas entre Botafogo e Atlético-MG, válidas pelo Brasileirão e pela Sul-Americana, houve menos que 3 gols (menos que 2.5).
  • O Botafogo é a equipe que mais virou jogos no Campeonato Brasileiro: 3 vezes, enquanto o Atlético-MG virou 2 jogos, sendo junto com o Flamengo, o segundo a mais virar desvantagens. 
  • Sempre que o Atlético-MG sai na frente das partidas, o Galo não perde. Nos 8 jogos que saiu na frente do marcador, foram 6 vitórias atleticanas e 2 empates.
  • O Botafogo venceu 4 dos 5 jogos em que saiu na frente do marcador no Brasileirão.
  • Média de gols do confronto (histórico): 3,07/partida. Média de gols do confronto (pontos corridos): 3 gols/partida.

CSA x Chapecoense — 19h — domingo

  • As duas equipes nunca se enfrentaram na história. 
  • O CSA marcou todos os seus 10 gols no campeonato na segunda etapa, nenhum deles no primeiro tempo. 
  • Desde a chegada de Argel Fucks no cargo, durante a parada para a Copa América, 7 dos últimos 8 jogos do CSA tiveram menos que 3 gols (menos que 2.5).
  • Os 3 últimos jogos da Chapecoense tiveram menos que 3 gols (menos que 2.5).
  • Chapecoense venceu apenas 2 das suas últimas 27 partidas fora de casa.
  • CSA e Chapecoense costumam sofrer seus gols nos 15 minutos finais de partida (entre 76 e 90). O CSA foi quem mais sofreu gols no período, com 10 gols sofridos. Já a Chape é a segunda equipe no período, igualada com Athletico e Fluminense, com 8 gols sofridos.
  • O CSA marcou a maioria de seus gols entre os minutos 61 e 75 de jogo (3 gols marcados).
  • Em 2 dos 3 jogos que o CSA saiu na frente do marcador no campeonato, o Azulão venceu o seu jogo.
  • Nestes jogos em que CSA saiu na frente do marcador, só saiu na frente após os 60 minutos de jogo, com 1 gol marcado entre os minutos 61 e 75, e 2 gols marcados nos 15 minutos finais. 
  • Everaldo, o artilheiro da Chape, marcou 50% dos gols alviverdes nesse Brasileiro. Porém, só marcou 1 dos seus 8 gols no campeonato fora da Arena Condá.
  • Porém, Everaldo, assim como a Chapecoense, não marcam gols há 2 jogos.
  • O último gol “não-everaldiano” da Chape foi marcado por Renato Kayser, na goleada sofrida para o Ceará por 4–1.  

 

[BÔNUS] Série C

Ypiranga x Confiança

  • Terceira chance dos mata-matas para o Confiança: foi derrotado na luta pelo acesso pelo Londrina em 2015 e São Bento em 2017.
  • O Confiança vinha de uma série de 5 jogos sem vencer pela Série C, até vencer o jogo de ida.
  • Fora de casa, o Confiança só venceu Treze e ABC, duas equipes que lutaram contra o rebaixamento, apenas o Treze tendo escapado com sucesso.
  • O Confiança tem um time desequilibrado: ao mesmo tempo em que teve um dos melhores ataques do Grupo A, com 22 gols marcados, 
  • 3 dos últimos 5 jogos fora de casa do Confiança na Série C tiveram 3 gols ou mais (mais que 2.5). 
  • Se a decisão for pros pênaltis, o Ypiranga tem histórico positivo em 2019: venceu a decisão que o levou a primeira divisão gaúcha diante do Glória de Vacaria pelas semifinais da Divisão de Acesso. 
  • O último jogo do Ypiranga em que houve 3 gols ou mais (mais que 2.5), foi na vitória por 4–1 sobre o Juventude, em 20 de junho. De lá pra cá, 10 jogos seguidos com menos que 2.5. 
  • Dentre os classificados, o Ypiranga, ao lado do Paysandu, é quem fez menos gols na competição: foram 18 gols marcados. 
  • O Ypiranga, por sua vez, tem a melhor defesa da Série C, tendo sofrido apenas 11 gols, ao lado do Paysandu. 

Sampaio Corrêa x São José-RS

  • O Sampaio Corrêa, junto com o Náutico, foram as equipes que mais estiveram vencendo no primeiro e no segundo tempo, por 5 vezes durante toda a Série C. 
  • Quando decidiu o acesso na nova fase da Série C, o Sampaio sempre o conseguiu: 2013 (5–3 e 1–1 Macaé) e 2017 (1–0 e 1–1 Volta Redonda). 
  • O Sampaio Corrêa teve a melhor defesa do Grupo A, com 19 gols sofridos. Curiosamente, o mesmo número de gols sofridos pelo Luverdense, um dos rebaixados do Grupo B. 
  • No Castelão, o Sampaio teve uma boa campanha: 5 vitórias, 2 empates e apenas 2 derrotas, para Náutico e Imperatriz, este quando a Bolívia Querida já estava classificada. 
  • O São José teve o melhor ataque do Grupo B, com 25 gols marcados. 
  • O São José foi a equipe que mais empatou nessa Série C: 12 empates, contando com o do jogo de ida em Porto Alegre entre o Zequinha e o Sampaio.
  • O São José não venceu nenhuma partida fora de casa nesta Série C.
  • O São José foi a equipe que menos perdeu na Série C, junto com o Paysandu (2 vezes).

Náutico x Paysandu

  • O Náutico tem a segunda melhor campanha como mandante da Série C entre as equipes do grupo A.
  • O Náutico, junto com o Sampaio Corrêa, foram as equipes que mais estiveram vencendo no primeiro e no segundo tempo, por 5 vezes durante toda a Série C.
  • O Náutico em partidas que poderiam lhe dar o acesso tem o histórico de: vitória nos pênaltis diante da Ponte Preta em 1988, empate e não-acesso diante do União em 1996, empate e não-acesso diante da Ponte em 1997, e derrota para o Boa Esporte em 2011, mas com acesso, sendo estas fora de casa. 
  • Já dentro dos Aflitos ou da Arena Pernambuco, derrota para o Grêmio em 2005, vitória contra o Ituano em 2006, derrota para o Oeste em 2016 e sem acesso, derrota para o Bragantino em 2018 e sem acesso. 
  • Se a decisão for para os pênaltis, o Náutico enfrentará traumas recentes: perdeu duas decisões esse ano para seus dois maiores rivais, sendo para o Sport na final do Campeonato Pernambucano, e para o Santa Cruz, na quarta fase da Copa do Brasil. 
  • O Paysandu tem 100% de aproveitamento em acessos quando as partidas que lhe valiam o acesso para a Série B se deram fora de casa. Em campo, foram 1 vitória do Papão da Curuzu (1–0 contra o Tupi, 2014) e 1 derrota (2–3 para o Macaé, em 2012).
  • O Paysandu tem a melhor campanha como visitante da Série C.
  • O Paysandu, por sua vez, tem a melhor defesa da Série C, tendo sofrido apenas 11 gols, ao lado do Ypiranga.

Juventude x Imperatriz

  • O Alfredo Jaconi é uma fortaleza para o Juventude: nele, o Ju venceu 5 jogos, empatou 3 e perdeu apenas o duelo local contra o Ypiranga, quando já estava classificado.
  • Na única decisão de mata-mata que teve nessa fase da Série C, o Juventude eliminou o Fortaleza em 2016 e conseguiu o acesso com um empate em 1–1, subindo pelo gol qualificado.
  • O Juventude só sofreu 4 gols em casa durante toda a primeira fase da Série C. 
  • O Imperatriz tenta pela primeira vez conseguir o acesso para a Série B. O recém-subido da Série D tenta o feito que 7 clubes conseguiram, o acesso imediato: Joinville em 2010, Oeste em 2012, Sampaio Corrêa em 2013, Brasil de Pelotas e Londrina em 2015, São Bento em 2017 e Operário-PR em 2018. 
  • O Imperatriz tem o melhor ataque da Série C, com 27 gols. 
  • O Imperatriz tem o melhor ataque fora de casa da Série C, com 15 gols.

 

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