O BRASIL DE TITE

Por @_GabrielCorrea

A Seleção é dos melhores ou de quem se encaixa melhor na sua ideia de jogo? Para o técnico Tite a segunda opção é a mais clara. Desde sua primeira convocação recebeu criticas quanto aos chamados dos “chineses” Paulinho e Renato Augusto, ambos titulares no Brasil. Depois de nove jogos, nove vitórias e uma classificação antecipada à Copa do Mundo de 2018, na Rússia, os críticos parecem ter sumido.

Formatada no 4-1-4-1 dos seus tempos de Corinthians, os jogadores da Seleção mantém a risca uma ideia. Aproximação de todos os setores, triangulações e sempre em busca de cortar as linhas de passe dos adversários; como podemos observar no vídeo editado por Leonardo Miranda, do blog Painel Tático.

Ele não faz tantos gols e nem dá tantas assistências, mas é um dos jogadores mais importantes da Seleção. Renato Augusto é o interior que dita o ritmo da equipe. Com uma inteligência tática acima do comum, ele orienta seus companheiros em diversos momentos. Abaixo, uma mapa de seus passes contra o Paraguai, na última partida da Seleção nas Eliminatórias, a nona vitória de Tite. Sem aparecer tanto no ataque, mas com presença no meio para controlar o jogo.

CAMPO

Por isso, de nada adianta ter dez craques por posição se não convocar aqueles que se adequarem a uma formatação (ouviu, Bauza?). Tite agora terá tempo para testes e formatações diferentes para momentos diferentes dentro do jogo.

Sem clima de empolgou ou a sensação do hexa. Mas agora, a seleção canarinho voltou a ter treinador.

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